Quero contar como considero maravilhoso usar o teatro, a música, a poesia, a alegria, a arte, enfim, em qualquer aprendizado. Tenho uma queda enorme por essas linguagens, e sempre procuro encaixar aqui ou ali, no meu fazer pedagógico, essas formas de "dizer".
Já me vesti de jogador de futebol, de vovó (gosto, particularmente, desse personagem), de palhaça, de carteiro ("Seu" Ananias, personagem de André Neves, no livro A poesia de Dona Sofia), de Salvador Dali, com direito a falar em espanhol e tudo. Meus planos são me vestir de Chiquinha (do seriado Chaves), ainda este ano.
Acredito que as coisas que se aprende, que se ouve, sobre as quais se interage numa situação dramatizada, ficam pra sempre. É assim comigo, adulta, próxima da chamada terceira idade (quero chegar na décima!); como poderá não ser para as crianças, tão desprovidas de proteção contra o novo?